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Tytanium ElementWhite, Cold and Strong June 14 Virtual Money"Se todos os clientes de seu banco fossem sacar o que acreditam ter em saldos hoje, o banco estaria quebrado à noite."
Faz tempo que os estudiosos dizem: O numero de empregos no mundo será enxugado, não se sabe se lentamente ou com estouro de bolha. Não foi ainda nesta crise agora. Ainda está em gestação. A grande quebra de paradigma, é que deverá se tornar comum a renda sem trabalho, para o comércio continuar girando. Hoje na Europa já se tem uma versão rudimentar disto na forma de seguros desempregos longos e gordos. Se não fosse isso haveria convulsões, pois os atuais indices de desemprego na Europa foram suficientes para fomentar revoluções em varias outras epocas. Os paises que conseguirem implementar essa politica da renda sem trabalho sobreviverão, os que não conseguirem (devido ao baixo valor agregado de sua produção principalmente) cairão na falência social. Uma faceta cruel da tecnologia é que ela diminuiu severamente a quantidade de pessoas necessarias para gerar um dolar de riqueza, enquanto que a população continua aumentando. É uma equação que não fecha, e que é uma tragedia anunciada.
Dizem que investir gera empregos, mas não se pode investir para além do limite da situação, porque então sobrevem o prejuizo. No mundo não cabe mais milhões de McDonalds, nem mais milhares de montadoras, milhares de empresas de softwares ou fabricas de aluminio. Estamos simplesmente indo numa direção onde a maquina trabalha para o operario que fica em casa. Uma maquina trabalhando deve sustentar vários operarios que não trabalham, mas recebem pelo trabalho da maquina. Esta deverá ser a nova sociologia. Não há outro caminho.
Os ramos Biotech e Nanotech são exemplos disto. Atividades de alto valor agregado que direta ou indiretamente empregam pouquissima gente em seus processos. O modelo atual de retorno de riqueza à sociedade atraves da aplicação social dos impostos gerados pelos produtos (que vão para serviços e obras publicas) não vai funcionar, uma parte terá de ser convertida diretamente em renda e distribuida, mesmo. Senão, não fecha o balanço.
Até o seculo XIX tudo era miseria. A Europa, assim como nenhum outro lugar do mundo, nunca conseguiu se sustentar por inteiro essa é a verdade, então, vieram as duas grandes guerras (70 milhoes), Stalin no oeste europeu (20 milhoes) e a gripe espanhola (40 milhoes ?). Muitos milhoes de pessoas foram suprimidas do sistema de mão de obra em meio a um cenario de destruição, onde faltava tudo e a construção de muitas coisas era urgente. Isso criou um cenário de mão de obra e capital extremamente próspero. Foi isso que fez a Europa e EUA sustentarem as decadas paradisiacas. Só que agora aquele boom!!! esta passando. Hoje se produz muitissimo mais, contudo, muitissimo menos gente é necessaria devido a tecnologia. O mesmo desequilibrio que gerou a miseria urbana na época da revolução industrial. O problema de você transformar valor agregado de produtos em renda à pessoas não produtivas (desocupadas), é que assim você evita, em certa medida, o barateamento do produto. Você não pode vendê-lo mais barato porque ele tem de sustentar varias pessoas. Esse fator tem de ser equacionado em meio a concorrencia do mercado. Tem de ser um acordo mundial. Se não for assim, em futuro proximo haverá uma massa de desocupados, muitos com alta qualificação, que mais dia menos dia se tornará revoltosa.
Quem sustenta o mundo hoje é o trabalho escravo da China, que tem comprado tudo quanto é coisa, do mundo inteiro, em muita quantidade (e por isso mantido o emprego de muitos ocidentais). Consegue isto porque vende, bem barato, devido a quase-escravidão de seus operarios. Se a China tivesse o nivel de direito trabalhista europeu ou até latino o mundo já tinha quebrado, porque eles venderiam menos e por isso comprariam menos. No fundo, a escravidão, novamente, é quem esta sustentando o ocidente, aliás, como sempre. Quando não houver mais escravos humanos, deverá haver escravos maquinas, porque o mundo nunca se sustentou sem escravos, nem mesmo hoje, onde estamos sendo salvos pelos escravos chineses. O esquema é passar da escravidão humana para a maquinaria, mas encarar cada maquina não como a mantenedora de seu dono, mas como mantenedora direta e real de operarios que nao estão mais ali, e assim gerando a renda sem trabalho.
Porque, se não for assim, em vez do dinheiro ir para dono+operarios, ele vai para dono+maquina. Tirando o humano da equação de renda.
May 26 Aquilo que Deus mais teme...Eu penso que o niilismo não seja algo absoluto; Do tipo religioso; Ao qual exista uma cartilha para ser seguida. O que os niilistas têm em comum é verem a incoerência; O vazio da própria vida (não simplesmente da sua em si, mas da vida que criamos em sociedade! Porque não somos seres isolados). Assim como os ateus, que compactuam apenas a não crença num deus... A partir daí, acreditam naquilo que bem entenderem!
Se niilismo fosse algo uno, cairia em contradição em si mesmo, pois estaria sendo tão absoluto quanto qualquer conceito. Penso que, se alguém (seja lá quem for, ou seja lá no que acredita) que se não consegue nem ter prazer, nos prazeres mais simples... Ou chegou num estado de indiferença tão grande que para ele "tanto faz"; A morte é a única opção. Mas, isso não se chama niilismo, e sim depressão. Depressivo é indiferente, sem vontade; Sem vida! – E isso não tem a ver com niilismo, tem a ver com uma doença, causada pelo meio externo e intensificada (ou não) no próprio âmago do indivíduo. A nossa sociedade não tem um propósito - seus propósitos são sem sentidos e se formam em bases movediças. Falar que o propósito é "ganhar dinheiro" ou "fazer sexo até o pinto cair" não me parecem nada! Absolutamente nada. - Sem contar a estranha condição humana de aceitar tudo aquilo que está pronto, sem questionamento. O eterno "falar sim"... "Sim senhor, tudo está certo!". E ignoram que nossas dores de alma são frutos de uma teia, tecida pela pior das tarântulas; A sociedade, nós mesmos!
Aceitar simplesmente isso (a moral; Os axiomas) é uma anti vida. É algo que nenhum niilista compactua. Se a vida é simplesmente isso; É uma grande merda! Se não posso pensar num outro tipo de vida, pois esbarra nos valores e na moral da sociedade, então eu não tenho absolutamente nada. E agora, senhores donos de uma lógica absoluta, observem que tais questionamentos são; QUESTIONAMENTOS. É muito mais nobre questionar o que está errado, e mudar (mesmo que não faça sentido; Mas que traga um beneficio para si próprio), não tem nada de "tanto faz", ou "indiferença". Questionar seus próprios valores, destruí-los... Criar! Isso é niilismo. Entenda como uma filosofia; Não como algo pronto e acabado. Mas parece que o ser humano tem um ciclo de auto sabotagem embutido - Cometem os mesmos erros, achando que é a verdade (sem questionar). E assim morrem, achando que viveram; Achando que fizeram algo! Isso é triste... Descartes (não vou citar Nietzsche; Todo mundo fica citando ele, sem nem entendê-lo direito) fez esse questionamento e criou a teoria do "Deus Enganador" (que é abordada no filme "Matrix") No geral, o ser humano sempre tem um sentido. Ele nunca faz nada sem ter um propósito. Desde ações mais básicas como comer ou reprodução; Desde mais elaboradas. - Não é porque um niilista vê a incoerência na própria existência, que ele não exista nela e tenha que jogá-la. O niilismo vem como um questionamento, para melhorar o ser. Isso também não faz sentido, mas trás a luz mais razão; Mais lógica! E não ficam presos a misticismo ou crendices baratas! March 16 Adivinha o que estou pensando?Seria concebível gravar nossa memória? Nossa consciência?
Neurofilósofos dizem que não. Fisicalistas dizem que os padrões cerebrais se assemelham aos processos de um computador e que, "em teoria", poderíamos sim gravar e reproduzir-los. Outros dizem que nossos pensamentos não são apenas palavras e imagens, mas também texturas, sons e sensações. Como poderíamos gravar isso? Os mesmos fisicalistas afirmam que se você pode vivenciá-los uma vez, você pode experimentá-los novamente.
Seria possível fazer uma leitura eletrônica do cérebro?
Não exatamente. Com scanners MRI e CAT podemos ver os efeitos comportamentais de danos em diferentes áreas do cérebro e como compensá-los. Pesquisadores já usaram estes scanners para "ler mentes" através de perguntas do tipo SIM/NÂO, porém ainda não entendem as correlações mais complexas do pensamento e da atividade cerebral, mas talvez não seja necessário entender. Ex.: Nós podemos dirigir um carro e até mesmo consertar ele mesmo sem entender todos os seus mecanismos internos.
Chips poderíam curar as perdas de memória ou doenças cerebrais?
Potencialmente sim. Já estão criando algo chamado BCI (Brain-Computer Interfaces), uns chips que traduzem os padrões cerebrais em dados binários, que são perfeitamente interpretados pelo computador - e inclusive enviam esses dados devolta para o cérebro. Pesquisadores usando um capacete especial já são capazes de mover um cursor apenas com o pensamento. Em 2004 o professor John Donoghue da Brown University implantou eletrôdos no cérebro de um paralítico e ele abriu sua conta de e-mail e ligou a TV apenas pensando.
O que o futuro nos reserva?
Com chips implantados, radio transmissores e nano-componentes, nos tornaríamos cyborgs interagindo continuamente com redes de computadores, enquanto viveríamos nossa vida diária. Neil Gershenfeld, professor do MIT, declara que em 20 anos os computadores estarão em todas as partes, em nossos corpos e nossas mentes.
Quais serão as vantagens e os perigos disto?
Estes avanços ainda geram muitos questionamentos éticos: Até onde iremos com isso?
Lembram-se da polícia mental citada no livro "1984" de George Orwell? E se eles pudessem acessar, sem o seu consentimento, sua mente, seus sonhos e seus pensamentos internos? Ian Person, um futurologista da British Telecom, diz que em 2050 será possível fazer download de sua mente para dentro da máquina e, por exemplo, quando você morresse não seria um problema laboral, pois sua mente continuaria trabalhando no computador. A questão é: "Quem quer viver pra sempre dentro de um HD?" January 24 Velhos tempos modernosNotícias tendenciosas, hoaxes, spams, boatos sem sentido, intensionalmente ou não espalhados, manipulação política, informações inúteis, curiosidades supérfluas, omissão de informação, campanhas de desinformação, teorias conspiratórias, histerias coletivas, factóides e intervenções anônimas de pseudo-artistas fracassados, escatologia, terrorismo poético, flame wars, humor nonsense, bancos de dados apagados e back-ups perdidos, ensaios de relativa relevância acumulando mofo em profundesas oceânicas abissais, obras que ninguém entende, dicas de especialistas em como combinar a cor da meia com o cardápio de um jantar tailandês e o tipo de transtorno de personalidade do seu acompanhante, relatórios globais sobre o número de mortos em tragédias naturais do ano retrasado, profecias financeiras auto-realizáveis, profecias auto-realizáveis em geral, exuberância irracional dos mercados, efeito-manada-direto-para-o-buraco, narcisismo e exibicionismo coletivo, blogs, fotologs, defacers pornográficos, hackers assexuados, crackers obsessivo-compulsivos, montagens difamatórias mal-feitas, montagens difamatórias bem-feitas, montagens difamatórias verídicas!!! Vídeos amadores de lobas-solteiras-em-busca-de-sexo, vídeos caseiros de bichas-em-busca-de-pica, sexo com animais, sexo com freiras, pedofilia, inversão de papéis, incesto, cropofagia, necrofilia, BDSM, BBBs, animes transexuais, ursos de pelúcia de olhos amendoados empalados até a garganta, pirataria generalizada, plágio e falsificações, opiniões infundadas, pesquisas de opiniões infundadas, estatísticas furadas, projetos de pesquisa científica acerca de banalidades cotidianas financiados pelo governo, cartas escritas em etrusco, enormes enumerações de fatos díspares, todos os atendentes ocupados, lixo cultural reciclável, propagandas de produtos inexistentes, golpes, pirâmides financeiras, necrópsias e aberrações,
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"Welcome to hell my friend!" December 20 Suicídio QuânticoConsiste em uma teoria criada a partir de um experimento mental no qual imagina-se um homem que se senta frontalmente à uma arma e a aponta para sua cabeça. A arma está ligada a uma máquina que mede o giro de partículas quânticas. Cada vez que se puxa o gatilho, o giro da partícula quântica, ou quark, é medido e assim, dependendo da medida a arma dispara ou não. Se a medida mostrar que a partícula quântica está girando em sentido horário, a arma dispara; Se em sentido anti-horário, a arma não dispara, logo o homem puxa o gatilho pela primeira vez e a arma não dispara; ele então puxa o gatilho novamente e novamente a arma não dispara. O homem continuará a puxar o gatilho com o mesmo resultado: a arma não vai disparar. Apesar de estar em pleno funcionamento, não importa quantas vezes ele for puxar o gatilho a arma não irá disparar e assim, ele vai continuar o processo eternamente, tornando-se "imortal". Agora, voltemos um pouco no experimento: O homem puxa o gatilho pela primeira vez, e a medida mostra que o quark está girando no sentido horário e conseqüentemente a arma dispara e o homem morre, mas como vimos inicialmente o homem já puxou o gatilho a primeira vez e outras infinitas vezes depois disso, e já sabemos que a arma não disparou. Ele não tem consciência disso, mas está vivo e morto, e cada vez que ele puxa o gatilho, o universo se divide em dois e vai continuar a se dividir cada vez que o gatilho for puxado, criando múltiplas realidades.
A idéia do Suicídio quântico foi introduzida pelo então teórico da Universidade de Princeton Max Tegmark em 1997 (atualmente professor do MIT) baseado na teoria dos muitos mundos que contrasta com a interpretação de Copenhagen; Esta teoria, resumidamente, diz que para cada possível resultado de uma ação que ocorra, a relidade se "divide" em uma cópia de si mesma através de um processo instantâneo o qual Everett chamou de "descoesão". |
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